A líder mundial em inteligência digital está contribuindo com conhecimentos e especialização, para estabelecer um padrão global de interoperabilidade para soluções em perícias digitais, que aumente a colaboração e o compartilhamento de informações.

Petah Tikvah, IL – 7 de agosto de 2018 A Cellebrite, fornecedora líder de soluções de inteligência digital, anunciou hoje detalhes sobre o papel de liderança da empresa na definição de um padrão mundial de interoperabilidade do compartilhamento de informações em perícias forenses. Trabalhando com organizações participantes, como o Centro de Criminalística Cibernética (Cyber Crime Center – DC3) do Departamento de Defesa dos EUA, o Instituto nacional de tecnologia normativa dos EUA (National Institute of Standards Technology – NIST), o Centro europeu de crimes cibernéticos da Europol, a Universidade de Lausanne, governos e forças da lei, profissionais do setor e instituições acadêmicas, a Cellebrite está contribuindo com seus conhecimentos e sua especialização técnica na matéria para definir elementos críticos do padrão global comunitário, conhecido como Expressão do padrão de análise e investigação cibernética (Cyber-investigation Analysis Standard Expression CASE).

Com o objetivo principal de permitir o intercâmbio de dados investigativos críticos entre sistemas e agências, a comunidade global de investigações cibernéticas e os especialistas em perícias digitais precisavam de uma linguagem aberta e desenvolvida pela comunidade para especificar o que permitiria aos investigadores compartilhar dados sem interferências entre si, melhorando assim a agilização dos processos investigativos. O CASE é uma iniciativa da comunidade para definir um padrão unificado que permita o intercâmbio da dados sem interferências.

Com o compromisso de levar adiante sua missão de lutar por um mundo mais seguro, a Cellebrite está assumindo um papel de liderança no desenvolvimento do componente do padrão CASE relacionado a dados de dispositivos móveis, envolvendo as principais empresas de perícias digitais e formando um grupo de trabalho colaborativo. Embora o padrão CASE cubra um amplo intervalo de domínios de investigações cibernéticas, incluindo respostas a incidentes e combate ao terrorismo, a Cellebrite pretende alavancar sua enorme e profunda especialização para desenvolver e otimizar o padrão, oferecendo recomendações à comunidade participante, para definir as especificações das seções do padrão relacionadas a sistemas e soluções de perícia digital. O grupo de trabalho liderado pela Cellebrite vai criar os meios técnicos para o compartilhamento de dados entre plataformas, por meio do intercâmbio de informações, firmando acordos em relação aos detalhes técnicos.

Com o papel cada vez mais importante dos dados digitais em um amplo espectro de investigações e operações, a comunidade global de usuários finais, especificamente o governo e as forças da lei, precisam ter a capacidade de colaborar sem interferências. Apesar de o compartilhamento de inteligência digital no âmbito de uma solução de software específica, como a plataforma de Cellebrite líder do setor, o UFED, seja facilmente realizado, a colaboração utilizando diversas ferramentas tecnológicas exige tempo e recursos técnicos. A falta de interoperabilidade entre plataformas de perícia digital é particularmente problemática para os tipos de crimes que envolvem múltiplas agências e países ou que requerem a coleta de dados investigativos de uma grande variedade de fontes, como o combate ao terrorismo, ao tráfico e ao contrabando.

“Como líder global em soluções de inteligência digital, a Cellebrite tem um profundo conhecimento de dados digitais – como as informações são obtidas, analisadas e compartilhadas pelos investigadores – e valoriza a importância cada vez maior de se ter uma interoperabilidade sem interferências entre plataformas de perícias digitais para o usuário final” – disse Ron Serber, Copresidente global da Cellebrite. “Contando com os melhores talentos técnicos e o conhecimento mais amplo em dados digitais do setor, a equipe de Cellebrite tem o compromisso de criar um mundo mais seguro, removendo barreiras à colaboração e permitindo aos seus clientes agilizar suas investigações, pelo intercâmbio de dados em todas as soluções e ferramentas”.

“Toda a comunidade das forças da lei enfrenta um desafio pesado representado pelas provas digitais e, considerando-se a Europol/EC3, nossa capacidade de solucionar crimes cada vez mais depende da colaboração com outras agências, do compartilhamento de informações em uma grande variedade de fronteiras geográficas e técnicas” – disse Jean-Dominique Nollet, Diretor do laboratório de criminalística da Europol. “Embora o processo de desenvolvimento de normas seja muitas vezes um desafio complexo, nós valorizamos as iniciativas dos líderes do setor, dos acadêmicos e das autoridades envolvidas, pois queremos nos beneficiar de um padrão de interoperabilidade global viável para o compartilhamento de informações nas perícias digitais”.