Ao conduzir exames de perícias digitais de um suspeito de suicídio, o especialista francês em perícias digitais, David Raulin, conseguiu acessar e recuperar dados excluídos em um dispositivo móvel que levaram a novas provas, tornando um “caso frio” em ação da justiça.

“A solução da Cellebrite gerou provas tecnológicas – cuja existência é inegável – que em última instância tiveram um enorme peso no tribunal”. – David Raulin, Especialista judicial e Perito Certificado em dispositivos móveis pela Cellebrite
A questão de se recuperar dados excluídos de dispositivos móveis está na vanguarda dos casos envolvendo evidências extraídas de dispositivos móveis. Embora a prática comum entre criminosos, agressores e suspeitos seja a de ocultar seu “rastro” digital, excluindo dados para contornar as investigações posteriores, a Cellebrite trabalha incansavelmente para se manter à frente das tecnologias de criptografia, para assegurar o acesso e a recuperação de dados sigilosos.
 
O compromisso da Cellebrite de revelar continuamente o panorama das provas digitais em cada caso é estimulado pelo feedback dos agentes das forças da lei que relatam investigações bem-sucedidas que absolveram inocentes e revelaram culpados.
 
A prevalência cada vez maior dos celulares envolvidos em casos de homicídio se tornou uma ocorrência regular em roteiros de cinema e televisão, como o seguinte clipe da série CSI: Episódio da TV em Nova York, que mostra o uso da solução Cellebrite UFED. Ouça as palavras da cena final: “Excluído nunca é realmente excluído”.  
 

 
Nós da Cellebrite somos continuamente inspirados por estudos de casos que mostram como o desbloqueio e a extração de dados de dispositivos móveis bloqueados e criptografados – sejam da Apple, Samsung, e de sistemas operacionais como iOS ou Android – podem ser a diferença crítica para solucionar um caso mais rapidamente.
 

A seguir, trechos do Estudo de Caso: “Mensagens de texto excluídas traem o assassino da filha”. A versão completa contém as perspectivase insights mais aprofundados e o know-how técnico que levaram à condenação do verdadeiro assassino que se escondia por trás dos dados excluídos.

A cena

Em 19 de junho de 2013, na cidade de Fécamp, na França, um homem e sua esposa recebem uma ligação telefônica do marido de sua filha dizendo que a filha, Harmonie, uma enfermeira de 25 anos e idade, havia se suicidado.

A investigação inicial

Um exame inicial do celular da vítima comprovou o álibi do marido. Entretanto, inúmeros fatos vieram à tona durante as investigações e desmentiram a história do marido. Ele acabou sendo preso, mas foi solto alguns dias depois, diante da confirmação do suicídio da esposa pelo médico legista. 

A mãe incansável conduz uma nova investigação

Quando a mãe recebeu os pertences da filha, ela decidiu examiná-los e ler as milhares de mensagens no seu iPhone 4 e, mesmo com toda sua dor, encaminhou cada uma de suas descobertas ao presidente do tribunal que julgou o caso.

O especialista em perícias digitais David Raulin foi designado para conduzir um exame pericial completo e analisar o celular.
 
Para ler a conclusão e saber o que foi constatado, acesso o estudo de caso completo aqui
 

Esse não foi um caso isolado em que mensagens excluídas acabaram mudando o veredito inteiramente devido às novas provas digitais apresentadas. Diversos outros investigadores em todo o mundo estão passando por experiências semelhantes, com os benefícios de se recuperar provas digitais omitidas, ocultas ou excluídas. Utilizando uma tecnologia exclusiva, a Cellebrite transformou desafios complexos, com soluções diretas e rápidas que atingem o centro da questão, em casos prejudicados pela escassez de provas e relatos ambíguos de testemunhas.

Ouça Ryan Lockhart, xerife do condado de Putnam, West Virginia, declarar a importância de se poder alavancar as soluções de inteligência digital da Cellebrite para recuperar textos e mídia excluídos de celulares, quando se procura validar álibis ou relatos de testemunhas:

 


Nós na Cellebrite temos a expectativa de oferecer ferramentas e soluções que transformam esse tipo de história em realidade, não apenas para capacitação das forças da lei, mas também para que seja feita a justiça merecida às vítimas, cuja última comunicação muitas vezes é registrada, mas bloqueada na maioria dos dispositivos pessoais, seus celulares.

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