Um “assassinato a cada minuto”.Este foi o índice de homicídios em todo o mundo divulgado pela CBS em 2002.

Se avançarmos para 2017, segundo o The Guardianas estimativas indicam a ocorrência de 385.000 homicídios, marcando o primeiro aumento no índice mundial de assassinatos em uma década. Existem vários motivos possíveis que afetam esse aumento no número de homicídios, desde o aumento da população global e as diferenças culturais até a má distribuição de renda que afeta o senso de autorrespeito das pessoas.

Considerando-se o ônus de solucionar homicídios num mundo que geralmente apresenta desafios em termos de recursos como o nosso, as equipes investigativas sabem muito bem como é difícil solucionar assassinatos rapidamente, principalmente nas primeiras 48 horas, quando as probabilidades indicam que é maior a possibilidade de reunir provas que levem à prisão de suspeitos.

As testemunhas podem não estar dispostas a se apresentarem ou a vítima pode não ser encontrada ou até identificada nas primeiras 48 horas após o assassinato, deixando um rastro frio. A inteligência digital – desbloqueio, extração, decodificação e análise de dados digitais – torna-se então um conjunto essencial de competências para as forças da lei. O Dr. P. Michael Murphy explica a importância da inteligência digital em casos desse tipo e por que os investigadores precisam trabalhar rápido.

Veja como a inteligência digital desempenhou um papel importante na solução de um caso de suicídio “encerrado”, quando os dados desbloqueados, extraídos e decodificados de um dispositivo digital levou à condenação do verdadeiro assassino. Baixe o estudo de caso: “Mensagens de texto excluídas ajudaram a solucionar um caso de homicídio”

As devidas ferramentas disponíveis no local ou no campo, capazes de reunir informações de celulares de testemunhas rapidamente e com o mínimo de intrusão, são extremamente benéficas.

Considerando-se tudo o que precisa ser feito em um período muito curto, a primeira etapa, crítica, porém desafiadora, é a criação de um relatório inicial para definir detalhes importantes sobre a vítima fatal:

  • Identificar o nome da vítima
  • Verificar locais que a vítima tenha visitado
  • Descobrir quem são os amigos e familiares da vítima

A triste realidade: Dados em excesso e tempo insuficiente


Não é surpresa alguma, dado o aumento recente no número de homicídios, que o percentual real de casos de assassinato solucionados esteja diminuindo. Um artigo online da
WBEZ News revela a triste realidade enfrentada pelas forças da lei nos EUA: “O Departamento de Polícia de Chicago solucionou no ano passado menos de 20% dos assassinatos cometidos no ano, o índice mais baixo para esse tipo de crime nos últimos 50 anos… de 763 assassinatos em 2016, o departamento solucionou apenas 151 (19,8%)”.
 
Mesmo contando com os avanços na tecnologia de solução de crimes, as forças da lei são obrigadas a lidar com uma grande variedade de novos desafios tecnológicos para solucionar mais casos de homicídio mais rapidamente:
 
· Acesso a dispositivos móveis bloqueados: Cerca de 70% dos dispositivos que chegam aos laboratórios de criminalística estão bloqueados, e muitos deles, criptografados. O acesso aos dados requer tempo e é praticamente impossível sem as ferramentas adequadas.
 
· Sobrecarga de dados: Explorar enormes volumes de dados divergentes para filtrar informações que sejam de fato relevantes e irrefutáveis é uma tarefa difícil. Isto pode gerar gargalos de provas de difícil acesso, que podem levar meses ou até anos para serem organizadas, ou pior, que são simplesmente ignoradas.
 
· Falta de recursos: O processo de análise e correlação entre dados relevantes muitas vezes requer trabalho intensivo e exige a extração manual, que consome tempo e trabalho em excesso. Considerando-se os desafios que as delegacias já enfrentam em termos de recursos, isto pode ser um imenso obstáculo.
 
Felizmente, as forças da lei adotaram várias ferramentas de inteligência digital novas e altamente sofisticadas, que estão sendo empregadas pelos agentes em todo o mundo para ajudar a explorar a fundo a pesada carga dos índices de homicídio cada vez maiores. Utilizando as ferramentas corretas, as delegacias podem retirar mais assassinos das ruas, mais rapidamente, e ajudar a criar comunidades mais seguras.
 
Veja como acessar dados e destacar as provas digitais mais importantes pode ser um recurso valiosíssimo para agilizar as investigações de homicídios. Baixe o estudo de caso: “Provas digitais desbloqueadas comprovam ser de alta importância em caso de homicídio nos EUA
 

Soluções para uma nova era de solução de crimes

A Cellebrite sempre se manteve na vanguarda das inovações forenses. Seus clientes já adquiriram mais de 60.000 licenças UFED internacionalmente em 150 países, tornando a Cellebrite líder em participação no mercado de perícias digitais em todo o mundo.
 

As soluções de inteligência digital da Cellebrite oferecem aos investigadores, peritos e promotores as ferramentas de que precisam:
 
· Desenvolvimento de casos rapidamente
· Localização, colaboração e compartilhamento de inteligência irrefutável
· Julgamento de casos com convicção
 
Como as ferramentas da Cellebrite podem ajudar você
Cada solução fornecida pela Cellebrite é projetada para diligenciar o processo investigativo, desde o momento em que a equipe de emergência e pronto atendimento chega à cena do crime até o dia em que a argumentação final do promotor leva à condenação do criminoso. Confira a linha completa de soluções no catálogo de produtos.
 
Coleta de dados de celulares
Todas as testemunhas têm um celular, nos dias de hoje, e há uma boa chance de terem algum registro gráfico do crime (áudio, vídeo ou imagens). As equipes de emergência, pronto emprego ou peritos podem utilizar nossa tecnologia InField para coletar dados adequados às perícias forenses de dispositivos móveis de testemunhas, sem ter de apreender aparelhos por dias ou semanas. Não é preciso tirar fotos com seus próprios celulares (o que não é indicado para perícias forenses) ou enviar arquivos por e-mail (igualmente não indicado para perícias forenses).
 
Os peritos também podem extrair dados (lógica ou fisicamente) do celular da vítima, diretamente na cena do crime, para que os detetives possam se concentrar na investigação dos verdadeiros suspeitos.
 
O pacote de Serviços Avançados dos produtos permite aos peritos coletar dados de vítimas e testemunhas (munidos do devido mandado, é claro) para ajudar o investigador a reunir as peças do quebra-cabeças sobre a vida de cada pessoa envolvida (vítimas ou suspeitos), seu perfil digital online contém todas as informações, principalmente quando se combinam dispositivo móvel, IoT e redes sociais.  
 
Uma vez extraídos esses dados, as ferramentas de ID da Cellebrite permitem ao perito organizar, filtrar, analisar e acessar facilmente os dados de forma útil, para ajudar a encontrar inteligência irrefutável.
 

Análise de dados

As ferramentas de análise permitem ao investigador realizar uma análise aprofundada em um conjunto diversificado de dados (incluindo dispositivos CDR, celulares, IoT, dados em nuvem) par que possa fazer as conexões cruzadas e rastrear o paradeiro das pessoas em uma linha do tempo.
 
Isto ajuda a determinar possíveis suspeitos, locais comuns, contatos mútuos, indexação de imagens e vídeos que podem levar a um motivo, aspectos em comum e até mesmo álibis (nunca se deve concentrar o tempo em alguém que não participou ou que tenha um álibi plausível).
 
Share this post